Porque deve documentar o estado num lar de idosos
Visita a sua mãe ou o seu pai no lar e algo não está bem: um hematoma, uma ferida no cóccix, um ponto dorido que da última vez ainda não existia. Pergunta, mas o pessoal não consegue explicar. Na visita seguinte está pior — e não tem nenhuma foto anterior. Em centenas de milhares de lugares em lares de idosos, este é um problema recorrente: os familiares sentem que algo não está certo, mas não conseguem prová-lo.
Com a Documentação de Cuidados regista o estado logo durante a visita, no smartphone. Cria o residente, associa a entrada a uma área — quarto, sala de banho ou posto de enfermagem — e tira uma foto com data e hora automáticas. As feridas classifica de forma padronizada: pelos estádios EPUAP para úlceras de pressão, por foto ou com o tamanho em centímetros quadrados. Assim, ao longo de várias visitas, forma-se um histórico por residente, em vez de instantâneos isolados.
Quando precisa de uma visão coerente — por exemplo para uma conversa com a direção do lar, uma comunicação à entidade de fiscalização ou uma avaliação por um advogado — cria um relatório em PDF com um clique. Todos os dados permanecem no seu dispositivo. Sem conta, sem servidor, sem nuvem. Os dados de saúde são especialmente sensíveis e não dizem respeito a mais ninguém além de si.